POR QUE VOTAR EM CARLIN?

Carlin é um político que acredita que juventude precisa é de oportunidades. E isso começa com uma educação de qualidade, incentivo a profissionalização e ao protagonismo juvenil.

Desde muito cedo Carlin partiu pra luta! Começou sua trajetória ainda na adolescência no movimento estudantil secundarista quando fazia o curso técnico de Eletrônica do CEFET-MG, depois cursou Jornalismo (PUC Minas) e Direito (UFMG), e se diplomou nos dois cursos.  Advogou nos principais sindicatos do estado na defesa dos trabalhadores e ainda jovem foi eleito vereador, dois anos depois deputado estadual e seis anos depois prefeito de Contagem.

O QUE ELE FEZ PELA JUVENTUDE?

Como vereador foi autor da Lei que colocou a Banda Mole e a Gincana no calendário oficial de Contagem, porque acredita que a valorização da diversidade cultural é fundamental para o envolvimento de todos os jovens.

Na Assembleia sempre lutou pela melhoria da educação. Foi ele quem puxou as discussões que culminaram na estadualização da Fundação Helena Antipoff em Ibirité, o que a tornou um núcleo da UEMG e gratuita. Nesse mesmo sentido lutou pela Unincor, por mais recursos para a Unimontes e Uemg. Além disso Carlin Lutou contra as mensalidades abusivas das escolas particulares e contra o SPC de estudantes inadimplentes.

Carlin é o Deputado autor da Lei da Bolsa Atleta estadual, que dá a alunos com bom rendimento esportivo, auxílio para desenvolver suas habilidades esportivas em diversas modalidades, inclusive paraolímpica.

Na Cultura, Carlin incentivou a produção Cultural em Minas defendendo a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, a Escola de Samba Cidade Jardim que iria ser fechada e despejada da quadra e a liberdade de organização dos eventos de música eletrônica como legítima manifestação cultural e ainda apoiou a Criação do Conselho Estadual de Cultura.

Em Contagem, já no seu primeiro dia de mandato reabriu as unidades da Fundação de Ensino de Contagem – Funecs, abriu novas escolas. Em parceria com o governo do Estado implantou a Uaitec, que atende mais de mil alunos nos cursos à distância e no CEFORT desde 2013, mais de 15mil pessoas foram qualificadas, por meio dos cursos e palestras em parceria com Funec, Sesc, Senac, Espro, Ibji, Pronatec, CPB MG, Fundação CSN, entre outros.

Ainda criou dois Centros Esporte e Artes Unificados, a Bolsa Atleta Municipal; valorizou a Liga de Futebol Amador e ampliou o Fundo Municipal de Cultura.

No Estado coordenou o Programa Meu Primeiro Negócio que ensina jovens conceitos de mercado, livre iniciativa, plano de negócios e comercialização de produtos. Já foram milhares de jovens empresários formados.

Ufa! Carlin já trabalhou muito pela juventude e vai trabalhar ainda mais, os transformando em protagonistas de sua própria história.

O QUE ELE VAI FAZER?

  • Educação pública gratuita e de qualidade;
  • Projetos e leis que ampliem o acesso dos jovens ao ensino superior e cursos técnicos;
  • Propor projetos e leis para a implantação do Programa de Articulação Comunitária Juvenil, com o objetivo de incentivar o protagonismo dos jovens estudantes;
  • Potencializar por meio de projetos e emendas a vocação técnica das escolas do ensino médio para a criação de cursos tecnólogos;
  • Projetos para ampliação da internet gratuita (Wi-Fi) nas principais praças e locais de concentração de jovens dos municípios mineiros, por meio da proposta do Programa “Conecta Juventude”;
  • Políticas públicas para o primeiro emprego;
  • Projetos para a implantação de um escritório colaborativo de startups nas escolas mineiras, com intuito de incentivar o cooperativismo empreendedor;
  • Fazer valer o CTB que estabelece que a educação para o trânsito deverá ser promovida desde cedo, na pré-escola, assim como nas escolas de 1º, 2º e 3º graus, tanto públicas quanto particulares.
  • Projetos para a implantação do Programa “Cidade segura com mais cidadania”, fazendo com que os locais públicos em área de vulnerabilidade sejam palco de atividades orientadas, cultura, esporte e cidadania.
  • Proposta de ações e política de combate ao crack e outras drogas, mas também de assistência aos usuários e suas famílias.
  • Criar projetos para que os municípios invistam o mínimo de 2% do orçamento próprio em políticas esportivas;